01/12/2020

Liu Aquino, Diretor de Operações, participa do Brazil Windpower e apresenta tecnologias da Echoenergia na área de manutenção de máquinas

O evento mais importante do setor reuniu grandes nomes para debater os principais desafios e avanços […]

O evento mais importante do setor reuniu grandes nomes para debater os principais desafios e avanços no setor eólico brasileiro
O Brazil Windpower, realizado entre os dias 27 e 29 de outubro, foi o evento mais esperado do ano para os atuantes do setor eólico no País. Em vista da pandemia, o congresso aconteceu de forma online e contou com diversos painéis de debates entre grandes nomes com notório conhecimento do setor. No painel “Manutenção de parques eólicos: desafios da evolução tecnológica”, realizado no dia 28, Liu Aquino, COO da Echoenergia, foi um dos convidados para discutir os avanços na área de manutenção junto a outros experientes.
O mediador Ramón Fiestas, diretor da Global Wind Energy Council (GWEC) da América Latina, foi o responsável por conduzir a apresentação feita por Aquino e os outros participantes: João Tabalipa (WEG), Marcelo Passos Diniz (Simens Gamesa), Geraldo Freitas (Ingeteam) e Lucas Sanchez (Rio Energy).
Ao longo do bate-papo, os convidados puderam falar sobre as empresas que atuam, o modo com o qual organizam cada manutenção e inspeção nas máquinas, quais as tecnologias mais avançadas hoje e também sobre o tempo de vida útil dos aerogeradores e seus componentes internos. A relação entre as geradoras e as empresas responsáveis por manutenções também esteve no centro do painel.
Em sua oportunidade, Aquino apresentou os modos eficientes com os quais a Echoenergia trabalha hoje, que visam a longo prazo economizar recursos, tempo e força de trabalho dos colaboradores. Entre os destaques, enfatizou a atuação do Centro de Operação da Geração (COG) criado e implantado em São Paulo, que torna possível monitorar todos os parques em tempo real e as atividades pertinentes à sua operação. “O nosso centro de operação é internalizado, e nós fomos os responsáveis por desenvolver todas as ferramentas de monitoramento dos nossos ativos. Em tempo real, ele nos permite saber o estado de cada aerogerador. Além do controle e monitoramento, o nosso centro de operação também possibilita o relacionamento com outros centros, inclusive com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)”, esclareceu.
Aquino comentou sobre os principais avanços também na identificação de falhas técnicas e manutenção, que tornam possível a identificação de sobrecargas e falhas com até mesmo meses de antecedência. “Temos uma área de performance que é responsável pela aquisição de dados de todas as turbinas, e de modo padronizado, ou seja, mesmo com diferentes modelos e marcas de aerogeradores, enxergamos os dados dentro de um padrão único. Para trabalhar junto a essas informações, possuímos uma equipe de engenheiros focados em analisar esses dados, e desenvolver algoritmos de identificação preditiva de falhas, permitindo assim a antecipação do planejamento de reparos e um mínimo tempo de máquinas paradas. Nós temos obtido sucesso com essa estratégia, por exemplo, já obtivemos êxito em antecipar 6 falhas de multiplicadoras, e nenhuma falso positivo, o que também evita paradas de máquina sem real necessidade”, explicou Aquino.
O Brazil Windpower também contou com painéis sobre o mercado livre de energia, implantação de complexos offshore e legislação perante a implantação de novos parques.